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Ativo Imobilizado - Ferramenta de Gestão

A tomada de decisão em uma organização se dá através das análises de indicadores extraídos dos relatórios financeiros contábeis. Dentro desses consta a rubrica contábil do ativo não circulante/imobilizado. Por vezes muitas organizações não compreendem a importância da gestão dos seus ativos imobilizados e os impactos que a má gestão dessa rubrica pode ocasionar para o crescimento empresarial.


Saber gerir e administrar os ativos imobilizados é crucial para o crescimento organizacional, visto que esses servem de base para as tomadas de decisões dentro arcabouço das DC’s – Demonstrações Contábeis, refletindo a correta gestão patrimonial e validação das características fundamentais e de melhoria da informação contábil, conforme preceitua o CPC 00.


A doutrina contábil, em consonância com o CPC 27, conceitua ativo imobilizado como item tangível, mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias ou serviços, para aluguel ou para fins administrativos e que se espera utilizar por mais de um período. Do conceito pode-se extrair que se trata de bem de natureza corpórea e palpável, ou seja, tangível, cujo objetivo é contribuir para a geração de receitas e atividades fins da companhia.


Embora o conceito seja de fácil compreensão, muitas empresas ainda têm dificuldade na

classificação e alocação contábil dos seus bens, pois muitas vezes esses são adquiridos com outra finalidade, que foge ao conceito extraído do CPC 27.


Buscar entender e compreender a finalidade da aquisição, bem como qual o critério a ser adotado na mensuração, é crucial para a escrituração contábil. Segundo o CPC 27, tópico 7. O custo de um item de ativo imobilizado deve ser reconhecido como ativo se, e apenas se: (a) for provável que futuros benefícios econômicos associados ao item fluirão para a entidade; e (b) o custo do item puder ser mensurado de forma confiável.


Com base nesse conceito, entende-se como geração de benefícios, quando esse item/ativo puder gerar receitas para a organização e com isso traga fluxo de caixa operacional para a mesma. Outrossim, os custos precisam de um reconhecimento assertivo. Para isso, os critérios de reconhecimento dos custos devem ser considerados, em cada organização, com base em seu contexto, organização, critérios contábeis e atrelados ao negócio, devendo haver discricionariedade do profissional contábil, para adotar a melhor técnica de mensuração.


Paralelo a esse cenário, temos o critério de depreciação contábil. Vejamos o que preceitua o CPC 27, nos tópicos 43. Cada componente de um item do ativo imobilizado, com custo significativo em relação ao custo total do item, deve ser depreciado separadamente. 44. A entidade deve alocar o valor inicialmente reconhecido de item do ativo imobilizado aos componentes significativos desse item e depreciá-los separadamente [...]. 45. Um componente significativo de um item do ativo imobilizado pode ter a vida útil e o método de depreciação que sejam os mesmos que a vida útil e o método de depreciação de outro componente significativo do mesmo item. Esses componentes podem ser agrupados no cálculo da despesa de depreciação. [...].

Da leitura dos tópicos, nota-se a necessidade de um olhar clínico e atento aos por memores no critério de classificação, reconhecimento dos custos e método de depreciação contábil que melhor adeque-se ao contexto.


Diante dessas e outras dificuldades é que a RAAC Auditores e Consultores dispõem de uma equipe especializada e qualificada para diagnosticar e implantar a correta gestão dos ativos imobilizados, utilizando metodologia pautada nos normativos contábeis. A RAAC pode proporcionar ganhos e reduções fiscais em seu fluxo financeiro/operacional com reflexos em suas demonstrações, por meio da gestão eficiente dos seus ativos, agregando valor ao negócio empresarial.



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